Instituição

  • História
  • Missão e Valores
  • Órgãos Sociais
  • Documentos Institucionais

Foi no dia 11 de Agosto de 1988 que um grupo de Rebordosenses liderado por Manuel Moreira Neto, então Presidente da Junta de Freguesia de Rebordosa, Homem de sentimentos nobres, trabalhador e determinado, decidiu mudar o rumo desta freguesia, criando a Associação Para o Desenvolvimento de Rebordosa, com sede na Junta de Freguesia de Rebordosa.

Legalmente formalizada com a publicação dos seus Estatutos no Diário da República n.º 219, III Série, em 21 de setembro de 1988 e inscrita no Livro n.º 5 das Associações de Solidariedade Social sob o n.º 82/91, a fls.9 e verso, surge como uma Instituição Sem Fins Lucrativos, reconhecida como pessoa coletiva de utilidade pública conforme o disposto no Diário da República n.º 66, III Série, em 19 de março de 1993, tendo como missão promover e contribuir para o desenvolvimento local, fomentando e colaborando com o Estado, as Autarquias Locais e outras Entidades Públicas e Privadas, na criação de infraestruturas e equipamentos capazes de responder às necessidades da freguesia em matéria desportiva, cultural, humanitária, social e de fomento.

Desde logo, foi criada uma Comissão Instaladora que decidiu constituir uma base de dados da população que mais necessitava para assim poder responder eficazmente às carências diagnosticadas.

Em 1990, com a aquisição da Quinta do Cabo e um mini-autocarro, a ADR, dá início às primeiras obras de reconstrução, melhoramentos e adaptação daquele que viria a ser o Edifício Sede, onde inaugurou um Centro de Apoio à Juventude, um ATL para crianças e um Centro de Dia para Idosos.

É de referir que a criação destas valências seguiu a tendência das necessidades da população completando-se esta fase com a inauguração de um mini-lar com capacidade para 16 idosos.

A partir dessa altura regista-se um crescimento muito significativo da Instituição com a ampliação do Lar de Idosos, com capacidade para acolher 60 idosos, e construção de novas estruturas físicas para a criação de uma Creche para 33 crianças dos 0 aos 3 anos de idade, um centro de acolhimento para crianças em risco, um pavilhão gimnodesportivo, uma empresa de inserção de catering, denominada “Sabores Do Cabo”, para formação e qualificação profissional, uma equipa de acompanhamento de RSI, um gabinete de inserção profissional (GIP) para prestar apoio a jovens e adultos desempregados, uma cantina social que disponibiliza mais de 100 refeições diárias a pessoas em situação de vulnerabilidade, assim como distribui géneros alimentares às famílias mais desfavorecidas.

Atualmente os objetivos desta Instituição são: melhorar a organização e o funcionamento interno, aumentar a qualidade dos serviços prestados, satisfazer as necessidades e expetativas dos utentes e potenciar não só a melhoria contínua da Instituição mas procurar de um modo proactivo, a inovação no desenvolvimento pleno da freguesia de Rebordosa, visando desta forma o combate ao desemprego, à pobreza, à discriminação e à exclusão social.

MISSÃO:

A Associação para o Desenvolvimento de Rebordosa (ADR) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), independente, apartidária e sem fins lucrativos, com 28 anos de existência, que tem como principal objetivo, a promoção social, o desenvolvimento da comunidade de Rebordosa em que está inserida, promovendo melhores condições de vida e a igualdade de oportunidades da população, através da formação profissional, desportiva, cultural, humanitária e de fomento, prestando serviços de qualidade, quer do ponto de vista social e humano quer do ponto de vista técnico.

VISÃO:

"Ser uma Instituição de referência fortemente implicada no desenvolvimento pleno da freguesia de Rebordosa, integrada numa rede de parceiros, visando desta forma uma sociedade sadia, justa e solidária, onde todos tenham acesso às mesmas oportunidades."

VALORES:

  • Qualidade - caminho para a excelência, através da satisfação dos colaboradores e clientes e da superação das necessidades e expetativas dos sistemas como forma de a conseguir;

  • Igualdade de Oportunidades - não descriminação no acesso à oportunidades de desenvolvimento, integração, inserção e participação na vida da organização;

  • Inovação - transformação intencional e sistemática do presente, no sentido de o melhorar e plena adaptação às necessidades através de processos criativos ou de reinserção;

  • Eficácia - ter capacidade de realizar o que é proposto, com base em objetivos realistas e na capacidade de mobilizar os recursos disponíveis;

  • Eficiência - realizar tarefas com a maior qualidade possível, planeamento e execução precisa e formalizar escolhas na afetação de recursos às necessidades dos clientes;

  • Emponderamento/Capacitação - aceitar o desafio de resolver os problemas dos utentes e trabalhar no sentido de os capacitar para ultrapassarem os seus próprios problemas;

  • Responsabilidade - ter noção da implicação das nossas ações no bem estar dos indivíduos e famílias, assegurando a descentralização e divisão de funções e a confiança e coresponsabilidade no processo de decisão;

  • Cidadania - responsabilidade social que se expressa no uso de direitos e deveres que resultam da pertença a uma comunidade;

  • Parceria - utilizar a parceria como um recurso, reconhecendo as nossas limitações e complementaridade de outros atores;

  • Solidariedade - espaço comum de entendimento que potencia a promoção e o crescimento das pessoas e dos grupos, sempre suportado no auxílio mútuo e na partilha nos momentos difíceis;

  • Multiculturalidade - afirmação do pluralismo através da participação na integração social e adaptação a culturas diferentes;

  • Progresso - evolução gradual das funções tendo sempre em conta o seu aperfeiçoamento.

Órgãos Sociais - Quadriénio 2015-2019

 

Assembleia Geral

Presidente: António de Oliveira Martins

1.º Secretário: Arnaldo Bento Martins Barbosa

2.º Secretário: Serafim Moreira de Sousa Neves

 

Direção

Presidente: Fernando Moreira da Rocha Magalhães

Vice-Presidente: Manuel Ventura da Silva Azevedo

Secretário: Celso Fernando de Brito Barbosa

Tesoureiro: António Joaquim Ribeiro Oliveira Cardoso

1.º Vogal: José Dulcídio Almeida Branco

2.º Vogal: Joaquim Ribeiro Neves

3.º Vogal: Jorge Simão da Silva Barbosa

 

Conselho Fiscal

Presidente: Manuel Domingos Barros Duarte

Secretário: Fernando Conceição Coelho Ferreira

Relator: Amadeu Moreira Campos

Este website usa cookies para melhorar a experiência do utilizador. Ao continuar a utilizar o website, assumimos que concorda com o uso de cookies. Aceito Ler Mais